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segunda-feira, 4 de abril de 2011

Bio - Elizabeth Taylor


Considerada pelos entendidos como a última grande estrela de Hollywood, Elizabeth Taylor faleceu em março último, aos 79 anos. Sua morte, decorrente de uma série de complicações cardíacas, virou evidentemente manchete do planeta. Tomou conta dos Trending Topics do Twitter, rede social de microblogs que Liz por sinal era inscrita e postava conteúdo regularmente.

Junto com a diva dos olhos violeta, vai-se também a Era de Ouro do Cinema, segundo os críticos mais contundentes. Liz iniciou cedo sua carreira artística. Nos anos 40, quando ainda era uma jovem garota, protagonizou filmes como "A mocidade é assim mesmo", ao lado de Mickey Rooney, e dois filmes da lendária série da cadela "Lassie". De lá pra cá, Liz projetou uma carreira esplêndida, sempre trabalhando ao lado de grandes artistas, e rapidamente também se tornou uma delas.

A primeira indicação ao Oscar veio em 1957, por "A Árvore da Vida", em que contracenou com Montgomery Clift e Eve Marie Saint. A partir daí, Liz conheceria o auge de sua trajetória artística. Em 1960, levou o Oscar de Melhor Atriz pelo papel de uma prostituta de luxo em "Disque Butterfield 8". Após o prêmio, Liz passaria 3 anos longe das telonas até estrelar o épico "Cleópatra", e se consolidar como a primeira atriz da história a receber 1 milhão de dólares de cachê. Seu par romântico era o seu atual marido Richard Burton. Foi o primeiro de nove filmes que o casal estrelou juntos. Aliás, em matrimônios Liz também era mestra. Foram um total de 8 casamentos, dois deles com Burton.

Pode-se dividir a carreira da diva em antes e depois de "Quem tem medo de Virginia Woolf?", de 1966, o filme em que Liz se desfez de todo o seu glamour para encarnar a estúpida Martha. O papel lhe valeu seu segundo Oscar. Após este filme, a sua filmografia foi entrando em declínio e os grandes filmes em que participava eram cada vez mais escassos. Porém, ela era sempre a estrela absoluta, atuando em boas películas como a atormentada Ellen no suspense "Vigília nas Sombras". O último filme que fez para o cinema foi "Os Flinstones", em 1994. A carreira de Liz serve de metáfora para a qualidade e poder que o cinema sofreu ao longo das décadas.

Engajada em causas humanitárias, em especial aos aidéticos, Elizabeth Taylor doou numerosos fundos para os portadores da doença e recebeu seu terceiro prêmio da Academia em virtude de sua participação solidária. Para seus conhecidos fica a lembrança da "magnitude que ela era como amiga e como atriz", segundo a colega Shirley MacLaine. Para os fãs fica a extensa filmografia e momentos memoráveis de seus filmes. Para ambos, a imagem dos seus maravilhosos olhos violetas, que enfim se fecharam.

domingo, 19 de dezembro de 2010

15/15

Ontem fiz Rafting e Tirolesa em Brotas. foi fodaa³! e aproveitando o embalo, segue minha lista de 15 coisas que eu gostaria de fazer nos próximos 15 anos:

1. Ganhar um Oscar de Melhor Diretor
2. Me tornar um nadador profissional
3. Ir em pelo menos um show de um artista que sou fã
4. Viajar de avião
5. Viajar de navio
6. Andar num submarino
7. Aprender a trocar pneu de carro
8. Aprender a falar inglês fluentemente
9. Aprender a dar uma "estrela"
10. Escrever um livro
11. Conhecer Hollywood
12. Fazer parte da plateia do "Pânico" por um domingo
13. Ganhar meu próprio carro (de preferência um Punto kkk)
14. Conseguir dormir apenas 3 horas por noite (e me manter disposto)
15. Pular de para quedas (?)

sábado, 23 de outubro de 2010

O Quarto do Pânico (2002)



Uma verdadeira batalha entre gato e rato te espera em "O Quarto do Pânico". O filme, realizado em 2002 sob direção de David Fincher (O Curioso Caso de Benjamin Button), nos traz Jodie Foster vivendo a mulher recém-divorciada que, juntamente com a filha (Kristen Stewart), procura outro lar para viver. Quando as duas adquirem um casarão no centro de Manhattan, sequer imaginam que há um cofre secreto com uma grande fortuna dentro do local. E pior: três bandidos invadirão a casa na próxima noite. O suspense está montado. Ao perceber a presença dos meliantes, ela e sua filha se escondem no quarto que dá nome ao filme, que é revestido de aço. Porém, as coisas estão só para começar. O dinheiro que os ladrões procuram está justamente dentro do quarto do pânico. As duas podem acompanhar os seus movimentos através do circuito de câmeras, mas não podem ouvi-los. O contrário acontece com os bandidos, que não podem vê-las, mas sim escutá-las.


Fincher conduz com maestria este thriller, que destaca, sobretudo, a força da luta pela sobrevivência e do amor maternal. Outro detalhe interessante é a escala de maldade mostrada nos três bandidos. Um deles é verdadeiramente cruel, um nem tanto e o outro, brilhantemente vivido por Forest Whitaker, pasmem, é bondoso. Prepare-se para momentos de tensão e reviravoltas surpreendentes neste filme, que pode com facilidade ser encaixado na lista dos dez maiores suspenses dos anos 2000.